Não posso afirmar que nunca mais vou acreditar em nada, eu vou, não é desejo meu ser assim, a verdade é que nem sei de quem pode ser, bem que gostaria de saber só pra perguntar qual é a graça.
E aí está a resposta: “A graça é viver, e descobrir como fazê-lo. Sem erros não se pode chamar de vida.”.
Que clichê chato, odeio ouvir isso. Falam como se soubessem mais do que eles mesmos.
Mas infelizmente - ou não - não posso culpar ninguém por confiar demais, talvez nem a mim mesma, só talvez.
Com tantos que me encantam, com tantos “anjinhos”, como não fechar os olhos?
Já sei, vou obrigá-los a abrirem, só falta saber se descobrirei uma maneira de conseguir tal feito. Tem que ser simples e prática.
Mas que exigente eu sou. (Esta aí, outra definição péssima.).
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