Em algum lugar haviam três almas, extremamente distintas, que se encontraram e assim, de algum modo, se completaram. Desde o primeiro encontro perceberam que deveriam juntar-se e formar uma só alma, e assim fizeram.
Mesmo após um longo tempo, a conectividade entre esses seres continuava como sempre foi, apesar de algumas mudanças, as quais aprenderam a conviver e respeitar; porém, infelizmente, algo muito grande e incontrolável mudou, o meio em que viviam - o meio que as permitia ficarem juntas - havia sido transformado; as almas foram obrigadas a, dentro de um certo tempo, romper sua conectividade, separarem-se. Após um pequeno período de consternação, elas se conformaram, mas uma não conseguiu completamente; as outras achavam o rompimento o mais correto a fazer - apesar de ser mais doloroso - mas esta não conseguiu pensar desse jeito, pois não queria considerar o que era certo, só conseguia pensar em como tinha medo e o quanto sofreria, em como ficaria infeliz, sentia seu mundo desabar.
Chegou a um ponto onde não havia mais nada a fazer, o destino já havia decidido e não haveria volta; mas elas poderiam ainda ser conectadas de alguma forma, afinal; porém o ser inseguro não pensava assim, achava que, após uma separação, nada nunca mais seria o mesmo e, com o tempo, iriam esquecer-se uns dos outros, os outros iriam esquecer-se daquele ser; nada o fazia pensar de outra forma.
O ser fala: "Não, agora não tem mais volta, existem circunstâncias complicando coisas que não deveriam ser complicadas. Talvez seja melhor assim, só não consigo enxergar isso neste momento."
Esta alma é sim sofredora, medrosa e até mesmo pessimista, mas não podemos culpá-la, o desconhecido é mesmo muito tenebroso e todos temem serem esquecidos.
Mesmo após um longo tempo, a conectividade entre esses seres continuava como sempre foi, apesar de algumas mudanças, as quais aprenderam a conviver e respeitar; porém, infelizmente, algo muito grande e incontrolável mudou, o meio em que viviam - o meio que as permitia ficarem juntas - havia sido transformado; as almas foram obrigadas a, dentro de um certo tempo, romper sua conectividade, separarem-se. Após um pequeno período de consternação, elas se conformaram, mas uma não conseguiu completamente; as outras achavam o rompimento o mais correto a fazer - apesar de ser mais doloroso - mas esta não conseguiu pensar desse jeito, pois não queria considerar o que era certo, só conseguia pensar em como tinha medo e o quanto sofreria, em como ficaria infeliz, sentia seu mundo desabar.
Chegou a um ponto onde não havia mais nada a fazer, o destino já havia decidido e não haveria volta; mas elas poderiam ainda ser conectadas de alguma forma, afinal; porém o ser inseguro não pensava assim, achava que, após uma separação, nada nunca mais seria o mesmo e, com o tempo, iriam esquecer-se uns dos outros, os outros iriam esquecer-se daquele ser; nada o fazia pensar de outra forma.
O ser fala: "Não, agora não tem mais volta, existem circunstâncias complicando coisas que não deveriam ser complicadas. Talvez seja melhor assim, só não consigo enxergar isso neste momento."
Esta alma é sim sofredora, medrosa e até mesmo pessimista, mas não podemos culpá-la, o desconhecido é mesmo muito tenebroso e todos temem serem esquecidos.
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