19/12/2010
07/12/2010
06/12/2010
Secret #4
05/12/2010
24/11/2010
18/11/2010
You can call it deplorable
E: -Você não da noticias
V: -Não há razão pra te escrever
E: - Sabe, sempre quis nunca precisar te dizer isso, mas me pego sempre pensando em nós dois.
V: -Desde quando você se foi? Ainda não consigo ver onde que eu errei.
E: -Se um dia eu fiz você...
V: -Chorar?
E: -Sinto muito, sei que nem meses vão te recuperar, mas se eu soubesse eu tentaria te ligar. Você diz que...
V: -Eu sei, é só de amor que eu sei falar. Mas te dizer que amor não senti, é mentir pra mim.
E: -Mesmo que seja melhor do jeito que esta, não posso negar que eu quero voltar. Perdi completamente a razão ao encontrar você, preciso de mais uma chance pra mostrar que eu mudei.
V: -Não posso te deixar brincar com os meus sentimentos novamente, as suas palavras parecem se misturar num mar de falsas canções.
E: -Dessa vez vai dar certo, você vai ver.
V: Não tenho mais forças, não da mais.
Mais uma história com um final, mais um coração partido. Um novo fim pra um amor normal e mais um choro sem sentido.
22/10/2010
Fear
This is it
Let go
Breath.
20/10/2010
This one I dedicate
Ele estava perdido havia muito tempo, perdeu-se enquanto procurava um local onde pudesse se encontrar.
Passou por lugares dos mais adversos a procura deste local, enfrentando o perigo, a escuridão, a solidão.
Ao contrario do que possa pensar, a desistência não o tentava, não era considerada uma alternativa. Desistir significaria morte, significaria arrancar sua alma com todo o requinte de crueldade que a situação exigiria.
No momento em que optou por esta vida, estava ciente de que não poderia mais mudá-la, seria como uma via sem retorno algum.
Quando nada mostrava resultado, quando ficava desanimado, cansado, buscava forcas na esperança, nos seus sonhos, praticamente os forçava a existir, eram seu estimulo, o que o mantinha em pé.
Enfim, um dia, tudo aquilo pareceu valer a pena. Enxergou, de muito longe, uma porta enorme, ela parecia esconder algo muito importante, algo valioso. Sua alma encheu-se de esperança, talvez aquele fosse o tal lugar que tanto procurava.
Reuniu toda a força que pode encontrar em seu corpo, correu desesperadamente e, finalmente, ficou em frente a ela, admirou-a. De perto, parecia ainda mais monumental.
Hesitou ao entrar, sabia que, se o fizesse, provavelmente não poderia mais sair, pois suas escolhas foram condenadas, ou fazia seu caminho com prudência, ou teria que conviver com as consequências para sempre.
Apesar dos riscos, não resistiu, fechou os olhos, abriu a porta com toda a coragem que conseguiu encontrar e entrou.
Sua coragem parecia tê-lo abandonado de repente, pois ainda estava no escuro de suas pálpebras. Aproveitou a covardia para pensar nos momentos de felicidade que poderia ter ali, no prazer que poderia sentir, esta situação sempre foi muito idealizado por ele. Desejou com tudo o que pode que tudo aquilo se tornasse realidade ao abrir de seus olhos. Segundos depois, o fez.
Descobriu um lugar, de certa forma, atraente, este local o fazia querer ficar, apesar de não satisfazer todos os seus sonhos. Sentia-se estranhamente feliz, ainda que não realizado.
Pensou em tentar procurar um local melhor, que estivesse a altura do que sempre quis, olhou pra trás, a porta ainda estava lá, poderia sair. Contudo, o receio de não achar, de continuar no nada por toda a sua vida, o fez ficar e dar uma chance ao que encontrou, dar uma chance a si mesmo.
Nos primeiros dias, surpreendentemente, ele foi feliz, ficou tudo bem. Porém vieram outros não tão satisfatórios, mas certamente ainda poderia sobreviver. Passaram-se alguns meses desta forma e, com eles, o certo deslumbramento da chegada foi indo embora.
Chegou um momento em que quase não havia mais beleza no lugar, tudo ia sumindo, e levava consigo, pouco a pouco, a felicidade que existia.
Logo não havia coisa alguma, o lugar tinha se tornado frio e cheio do nada.
A esperança sumiu de seus sonhos, não sobrou nada. Ele desejava sair deste lugar, mas, pra onde ir? Percorrer de novo um caminho a procura de algo parecido com o que tinha vivido?
Olhou para trás, a porta o tentava. Esperou mais alguns dias, acreditava que poderia continuar ali o quanto quisesse até tomar uma decisão, estava errado.
Paredes ao seu redor se revelaram e, de repente, tornaram-se uma ameaça. Pareciam estar cada vez mais perto. Elas o sufocavam, cobravam dele uma atitude.
Afinal, ficar e ver até onde elas poderiam ir, ou sair pela porta e continuar sua busca solitária?
Ele já podia sentir o concreto o tocar, estava nervoso, lágrimas caiam de seus olhos freneticamente. Não havia mais tempo.
Escolhas idiotas.
This is goodbye.
26/09/2010
20/09/2010
Lost and insecure. (No one found me, no one)
Sinto-me tão sozinha aqui.
Sou tão afetiva, mas neste lugar não há afeto, preocupação, há só superficialidade.
Por que aqui ainda vivo? Não tenho escolha, ainda.
Sonho em poder ser livre, viver por mim, não depender de nada.
Nada que me faça sofrer.
Sinto que ninguém realmente se importa comigo, com os meus sentimentos.
Quando penso que sim, vem um brilho nos meus olhos, um sopro de esperança.
Depois noto que era só curiosidade, só por motivos fúteis.
Dói, muito.
Ninguém vê, ninguém se importa.
Calo-me.
Escondo-me
Tranco-me.
Vou para um mundo onde há pessoas que se importam.
Que me amam e que também amo, e demonstramos isso.
Ali sim, é o meu lugar.
Mas isso eles querem me tirar, alegam não significar nada; é só um mundo besta paralelo, afinal.
Mais uma vez, desvalorizada.
Nunca acaba.
E a cada hora que passa, a cada momento, sinto mais e mais esse desprezo.
Sempre errada, sempre, nunca eles.
Não posso mais.
Sinto-me uma visita indesejada.
Sinto-me não planejada.
Sinto-me rejeitada.
Mas o dia em que poderei devolver este desprezo chegará.
E vou poder fazer tudo o que sempre planejei fazer, quase como uma vingança.
Não, não vou fazer isso, não poderia.
Mesmo que consiga sair, nunca vou conseguir fazer a mesma coisa, não é da minha natureza.
Mais uma vez, sinto-me uma boba, mas enfim, tenho consciência disso, já é alguma coisa.
Até o dia em que poderei, finalmente, interromper este ciclo infernal, continuarei sonhando, sorrindo, chorando, sofrendo.
Terei saudades de tudo isso, eu sei.
Mas isso posso deixar pra depois.
Por enquanto, fingir que nada aconteceu ainda é a melhor solução, como sempre.
26/08/2010
Is it pretend?
23/08/2010
Não real
Faz um bom tempo que não escrevo, não sei bem o porquê, mas enfim.
Uma hora boa para recomeçar; sempre é, não é mesmo?
Cada dia é um recomeço, pelo menos deveria ser.
A cada dia deveríamos renovar algo em nossas vidas
Renovar, dar vida a algo que já não tinha há algum tempo.
Muitas vezes ficamos perdidos nos nossos problemas, parados em um só lugar, dando voltas, esquecendo coisas, deixando-as de lado.
Ser unilateral nunca foi uma coisa boa.
Todos dizem que devemos dar valores às coisas simples a nossa volta.
Pois estas são as que te fazem mais feliz.
Clichê, sei disso.
Mas eles têm razão, para pra reparar, só por um minuto, eu espero, prometo.
Parei pra pensar também.
Percebeu o quanto perdemos não valorizando esses momentos?
Eles nem são raros, mas, às vezes, estamos tão alienados, fora de órbita.
Passam despercebidos.
Realmente uma pena, pois poderiam ser o motivo de um sorriso, que nos faz sentir tão bem, quando sinceros.
São capazes de te deixar radiante por um dia inteiro.
Sei que já experimentou tal sensação extasiante.
Eu também.
Sinto falta de sorrisos de verdade.
Destes momentos tão alegres e tão cheios de simplicidade, chega até a ser intrigante.
Queremos tanto da vida, sempre em função da felicidade, sempre com este objetivo.
Quando, tão ironicamente, o que você deseja esta em todo o lugar, a todo o momento.
A culpa de não perceber ou valorizar isso é toda sua.
É toda minha.
Tantos momentos de felicidades perdidas.
Não sei como nos deixamos fazer uma coisa dessas.
Desprezar alegria, crime imperdoável.
Não, nunca mais.
Aproveitar cada segundo, é.
(Neste momento, acho graça de mim mesma).
Impossível, é.
25/07/2010
Thoughts
10/07/2010
Deep inside
18/06/2010
Covardia compartilhada.
14/06/2010
It's beating out of time
Land of make believe
And it don't believe in me
Land of make believe
And I don't believe
And I don't care!
I don't care!
26/05/2010
There's no wonderland.
24/05/2010
Interroga.
23/05/2010
Evolução?
É, melancólico.
26/04/2010
A heartless way to be me
Não sei, não entendo o que estou vivendo.
Sabe quando você de repente tem o que sempre quis ter, do jeito que sempre quis, mas não com quem você sempre quis?
Sinto que estou desperdiçando uma chance, ao mesmo tempo em que sinto que devo continuar no caminho que estou tomando.
Apesar disso - dessa confusão - não estou triste, não consigo sentir alguma coisa, estou simplesmente nada. Meu coração esta vazio, aliás, ele nunca esteve tão cheio de nada, como agora o encontro.
Vou continuar seguindo assim, mas eu tenho pena, parece que vou perder algo, mas também posso ganhar e prefiro pensar assim. Tem outras coisas em jogo e estou dando mais valores a elas, nenhuma relação pode se desenvolver assim.
Enfim, nada vou fazer, vou continuar como sempre fui e também como agora resolvi ser, sozinha e completamente sem coração.
Engraçado como gosto de não ter nada no meu coração, sinto-me bem.
30/03/2010
Breve desabafo
Aperto no coração, vontade de chorar.
Acho que sou mesmo tão boba quanto desconfiava.
O que eu esperava, afinal?
28/03/2010
Nada dramático.
(Não quero chorar)
Por quê a vida é assim?
Não poderia ser mais fácil?
Por quê não posso simplesmente ter o que quero?
(Acho que vou chorar)
Estou sentindo um aperto no coração, isso é normal?
Da para fazer parar?
(Estou quase chorando)
Ter raiva é normal?
Ficar triste também?
(Chorei)
Vida sem cor
Qual o sentido pra tudo isso mesmo?
Não consigo achar sentido para a minha vida, eu não consigo entender as minhas atitudes, meu sentimentos, pensamentos. Como alguém consegue viver assim? Eu não estou conseguindo mais.
Sei que me cobro muito e que quero entender cada atitude que tomo, não deveria ser assim tão exigente, mas já disse que não consigo ser diferente, é mais forte do que eu.
Se pudesse escolher, certamente seria diferente, me deixaria em paz, e deixaria a vida tomar conta de mim. Mas isso, infelizmente, não é possível para mim. Nunca vou me entender, nunca vou me completar, nunca vou ser feliz, nunca, nunca, nunca.
Cansei de falar dos meus problemas, é melhor parar por aqui.
Quero aprender a ser feliz.
14/03/2010
Medos reais
11/03/2010
Cansei de tolices
"Permita que eu feche os meus olhos,pois é muito longe e tão tarde!Pensei que era apenas demora,e cantando pus-me a esperar-te.Permita que agora emudeça:que me conforme em ser sozinha.Há uma doce luz no silencio,e a dor é de origem divina.Permita que eu volte o meu rosto para um céu maior que este mundo,e aprenda a ser dócil no sonho como as estrelas no seu rumo"
02/02/2010
Eu só queria acabar com o silêncio que ficou entre nós dois
Foi um pouco diferente desta vez, pois não acordei sentindo sua falta, nem sentindo um aperto no coração, mas indagando coisas.
No sonho ele falava daquele dia (sim, fatídico dia) - estávamos nos abraçando no momento – disse que naquela época queria me pedir em namoro, pensou em fazer isso. Fiquei confusa, não entendia mais nada, tive que fazer essa pergunta: “por quê parou de falar comigo, então?”, mas ele não respondeu, um silêncio tomou o local, e a confusão a minha cabeça, voltei a indagar: “Você não sabe o motivo?”, para a minha surpresa ele balançou a cabeça negativamente; eu não sabia o que pensar, mas fiquei estarrecida, retirei-me de seus braços e tive que dizer: “mas o que fez, sem motivo algum, doeu muito em mim”, depois - ainda muito confusa e nervosa - saí do local e o deixei sozinho.
Será que sonhos mostram alguma realidade? Pergunto-me o que isso quis dizer.
Não pude compreender muita coisa, pois também não entendo o que sonhos podem significar; só queria poder esquecer isso, esquecer sua existência - seguir em frente – pois certamente tenho muito mais com o que me preocupar.
Now I see, it’s testing me.
09/01/2010
Eu tive que ir embora, mesmo querendo ficar
Eu não sabia que os amava assim - foi o que descobri desta vez - mas só quando os deixei. O que me leva a chegar aquela tão trivial conclusão, só quando perdemos que temos noção do valor.
Não sei porque, mas foi isso o que senti, que deixando aquele lugar eu os perderia, que de algum modo nunca mais os veria.
Mas sei que não é verdade, foi só um desespero momentâneo, que, como o nome já sugere, passou logo. Hoje o que sinto é que preciso dar mais importância a essa parte de mim, esta sensação me fez enxergar ainda a tempo e agradeço por isso.
Vi que a minha vida lá não pode ser menosprezada - que ela precisa existir - eu preciso lembrar, preciso dá-la o devido valor. Sinto que se não fizer isso, nunca vou me perdoar.